domingo, 14 de setembro de 2014

A ilusão do presidencialismo de coalizão

Vamos dizer que você votou em Lula e Dilma, como eu, que gosta de muitos dos resultados nas políticas econômica e social, mas detesta as alianças políticas. Vamos dizer que você engole. Você foi convencido que era necessário. Que era o único jeito de garantir a governabilidade. Mas um dia, você escuta Marina Silva, não o que ela diz, mas o que está por trás do que ela diz, e percebe que o presidencialismo de coalizão (esse modelo praticado por Lula e Dilma) não existe, é inútil, é uma enganação da qual Lula, Dilma, o PT, o povo brasileiro e você e eu fomos vítimas. Como você reagiria?

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Marina Silva mudou de lado? Ou foi o PT?

A campanha de Dilma trata Marina como uma traidora. Traidora de quem? Só pode ser do PT. Mas muitos ex-petistas têm ódio do PT e acusam os petistas que lá ficaram de serem traidores. Traidores de quem? Do povo, dos sues ideais, de suas utopias e sonhos. É a briga dos pragmáticos de Lula e Dilma com os sonháticos de Marina.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Desmatamento na Amazônia Legal: PT x PSDB, Marina x Minc x Izabella

Veja as diferenças entre o desmatamento na Amazônia Legal desde 1988, com o descontrole no final do governo Itamar, com a queda no início do governo FHC, para voltar ao descontrole anterior no final do governo, com a queda vertiginosa no governo do PT, iniciando pela gestão da Marina Silva (a maior parte da queda) com um repico no final que foi o estopim de sua decisão de abandonar o ministério, e a continuidade dos esforços na gestão de Carlos Minc e Izabella, com um repique no final. Pode-se ver bem a contribuição de cada um. Julgue você mesmo. 




terça-feira, 9 de setembro de 2014

Índice de incoerência política

Vou criar um índice de incoerência política, para avaliar os candidatos e seus apoiadores nas redes sociais:

  • Muito incoerente: Dilma, PT e simpatizantes
  • Um pouco incoerente: Marina Silva, a Rede, e simpatizantes
  • Coerente: Aécio Neves, o PSDB e simpatizantes