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sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Atualizado pela inflação desde 2003, o salário mínimo deveria ser de R$ 483,00
Atualizado pela inflação desde 2003, o salário mínimo deveria ser de R$ 483,00. A valorização do salário mínimo levou-o a R$ 788,00, reduzindo a pobreza e favorecendo a economia das regiões mais pobres.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
O desemprego subiu em julho, mas e o número de pessoas ocupadas? caiu?
Analisar os dados de desemprego nem sempre é tão direto. Saíram dados hoje mostrando o aumento do desemprego em relação a julho de 2014. Veja:
Mas é interessante que, embora o desemprego tenha aumentado bastante (o mais alto desde 2009), o número de pessoas desocupadas variou levemente para baixo (ficando no mesmo nível de 2012):
No último ano, o desemprego cresceu desde dezembro de 2014:
Note como ele vinha estável, desde 2013.
Agora, o número de pessoas ocupadas caiu em dezembro, de uma vez, até fevereiro, e desde então está mais ou menos estável. Isso é intrigante...
O desemprego é o número de pessoas que procuram emprego e não acham. Para estar crescendo desde fevereiro quando a população ocupada não diminuiu, então ele cresce porque há cada vez mais pessoas procurando emprego (pessoas que não estavam ocupadas antes).
Os primeiros a procurar emprego foram os adolescentes, que começaram a procurar em janeiro e fevereiro. Em seguida, os jovens até 24 anos. Gradualmente, entraram os adultos com mais de 24 até 50 anos. O pessoal com mais de 50 está entrando na busca agora, nos últimos dois meses.
Por que isso ocorreu? Os adolescentes perderam seus empregos em novembro e dezembro. Os jovens (até 24), vem gradualmente perdendo seus empregos desde janeiro. Os adultos perderam seus empregos de forma mais acentuada no início do ano. Os maduros (+50), surpreendentemente, vêm conseguindo mais ocupações desde março, de forma acentuada:
Isso é interessante! Veja que os mais velhos ocupados estão aumentando seus números há 24. Neste ano, mesmo com crise, um número crescente de pessoas mais velhas está conseguindo uma ocupação.
Veja também que, #apesardacrise, os rendimentos dos trabalhadores no mês de junho vêm crescendo desde 2002:
Os dados aparentemente mostram que o desemprego reflete as demissões dos mais jovens e um aumento da busca por emprego por quem antes não o buscava. Isso pode ter ocorrido devido à inflação deste ano, mais elevada, criando a necessidade de mais pessoas nas famílias buscarem trabalho. Um resultado direto do ajuste fiscal. Além disso, os negócios podem ter começado a se ajustar ao ajuste das tarifas, demitindo, primeiro, os mais novos.
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| Desemprego em Julho (Fonte: IBGE) |
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| Pessoas ocupadas em julho (Fonte: IBGE) |
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| Desemprego mensal (Fonte: IBGE) |
Agora, o número de pessoas ocupadas caiu em dezembro, de uma vez, até fevereiro, e desde então está mais ou menos estável. Isso é intrigante...
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| População ocupada mensal (Fonte: IBGE) |
Os primeiros a procurar emprego foram os adolescentes, que começaram a procurar em janeiro e fevereiro. Em seguida, os jovens até 24 anos. Gradualmente, entraram os adultos com mais de 24 até 50 anos. O pessoal com mais de 50 está entrando na busca agora, nos últimos dois meses.
Por que isso ocorreu? Os adolescentes perderam seus empregos em novembro e dezembro. Os jovens (até 24), vem gradualmente perdendo seus empregos desde janeiro. Os adultos perderam seus empregos de forma mais acentuada no início do ano. Os maduros (+50), surpreendentemente, vêm conseguindo mais ocupações desde março, de forma acentuada:
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| População ocupada com mais de 50 anos (Fonte: IBGE) |
Veja também que, #apesardacrise, os rendimentos dos trabalhadores no mês de junho vêm crescendo desde 2002:
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| Rendimento médio nominal do trabalho principal, efetivamente recebido no mês de referência, pelas pessoas de 10 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência (Reais) |
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Por que o corte de gastos de Dilma/Levy não funciona: ou porque as vacas não dão leite.
Para ganhar credibilidade entre os empresários, e retomar os investimentos privados na economia, fazendo o Brasil voltar a crescer, Dilma teve que fazer dois grandes "ajustes":
Já para cortar os gastos, o governo corta diferentes despesas, adia investimentos, corta benefícios sociais, etc. Porém, como aumentou os juros, gasta mais (é o governo que paga os juros mais altos, junto com você e eu). Mas tem um outro problema: ao cortar gastos, reduz a arrecadação. Como? Olha, isso me lembrou uma fazenda para quem trabalhei uma vez:
Agrônomo recém formado, recebi a incumbência de melhorar a lucratividade de uma fazenda de gado de leite, que dava prejuízo. Perguntando sobre suas práticas, verifiquei que forneciam às vacas apenas um terço da ração recomendada. Eu perguntei o porquê e me explicaram que o proprietário pediu para cortar os gastos. "Bem," eu disse, " se você não der ração para as vacas, elas não vão produzir leite". Então, para acabar com o prejuízo (o déficit fiscal) da fazenda, aumentamos o gasto, alimentando as vacas, que aumentaram em 50% a produção de leite e aumentaram o faturamento da propriedade (a arrecadação).
Então, por que as vacas não davam leite? Porque o administrador cortou os gastos em algo que não deveria ter sido cortado. É o que Dilma/Levy estão fazendo. Por outro lado, estão gastando mais em algo que não deveria ser gasto: os juros. O resultado é esta tragédia que vivemos.
Ah, mas esse sacrifício é necessário para crescermos mais tarde. Sim, talvez. Mas talvez o ajuste fiscal só esteja produzindo o efeito de um "bode na sala": primeiro, o bode incomoda muito, depois, nos acostumamos com ele, depois, tira-se o bode, e fica-se com a impressão de que as coisas estão melhores do que antes de o bode ser colocado na sala. Levy e suas medidas são o bode, o Brasil é a sala, você e eu somos as vacas, e os gastos do governo são a ração.
O que fazer então? Cortar o que for supérfluo, OK, mas não se deve cortar nada que resulte em maior arrecadação do que se gasta. Por exemplo, pesquisa agropecuária, educação, investimentos nos mais pobres, aeroportos de regiões turísticas, etc. Cada gasto do governo deveria ter uma avaliação em termos de seu retorno em arrecadação. Assim como a política de juros deveria ser avaliada dessa mesma forma.
Não matem as vacas de fome!
- Atualizar os preços e as tarifas administradas, tirando a Petrobras e empresas de energia do prejuízo imposto pelo represamento de aumentos que visava controlar a inflação durante o primeiro mandato.
- Cortar gastos do governo para fazer economia (superavit fiscal) e pagar a dívida pública, recuperando a credibilidade diante de "investidores" (compradores de títulos públicos).
Para evitar os efeitos colaterais do ajuste nos preços administrados, o Banco Central aumentou os juros. O objetivo disso foi frear o consumo, impedindo os custos adicionais de combustível e energia de serem repassados aos preços. Empresários teriam que se virar para cortar gastos e manter os preços baixos. Então, se a economia não cresce você lamenta, mas o Levy comemora, porque era exatamente isso que ele queria para poder controlar a inflação!
Veja a situação: você é empresário e não investe mais porque teme que sua lucratividade será corroída por preços mais altos de energia e combustível (além de regras instáveis e incentivos aplicados de forma errática a diferentes setores, de acordo com sua capacidade de lobby). Aí, os preços administrados realmente aumentam, seus temores se confirmam, sua lucratividade vai para o saco, e você precisa escolher: crescer ou lucrar? Sua escolha, considerando a incerteza política só pode ser lucrar. Então, não tem crescimento. Se você pudesse repassar os ajustes aos preços, lucraria e poderia crescer, mas aí haveria inflação, que traz outros problemas...
Já para cortar os gastos, o governo corta diferentes despesas, adia investimentos, corta benefícios sociais, etc. Porém, como aumentou os juros, gasta mais (é o governo que paga os juros mais altos, junto com você e eu). Mas tem um outro problema: ao cortar gastos, reduz a arrecadação. Como? Olha, isso me lembrou uma fazenda para quem trabalhei uma vez:
Agrônomo recém formado, recebi a incumbência de melhorar a lucratividade de uma fazenda de gado de leite, que dava prejuízo. Perguntando sobre suas práticas, verifiquei que forneciam às vacas apenas um terço da ração recomendada. Eu perguntei o porquê e me explicaram que o proprietário pediu para cortar os gastos. "Bem," eu disse, " se você não der ração para as vacas, elas não vão produzir leite". Então, para acabar com o prejuízo (o déficit fiscal) da fazenda, aumentamos o gasto, alimentando as vacas, que aumentaram em 50% a produção de leite e aumentaram o faturamento da propriedade (a arrecadação).
Então, por que as vacas não davam leite? Porque o administrador cortou os gastos em algo que não deveria ter sido cortado. É o que Dilma/Levy estão fazendo. Por outro lado, estão gastando mais em algo que não deveria ser gasto: os juros. O resultado é esta tragédia que vivemos.
Ah, mas esse sacrifício é necessário para crescermos mais tarde. Sim, talvez. Mas talvez o ajuste fiscal só esteja produzindo o efeito de um "bode na sala": primeiro, o bode incomoda muito, depois, nos acostumamos com ele, depois, tira-se o bode, e fica-se com a impressão de que as coisas estão melhores do que antes de o bode ser colocado na sala. Levy e suas medidas são o bode, o Brasil é a sala, você e eu somos as vacas, e os gastos do governo são a ração.
O que fazer então? Cortar o que for supérfluo, OK, mas não se deve cortar nada que resulte em maior arrecadação do que se gasta. Por exemplo, pesquisa agropecuária, educação, investimentos nos mais pobres, aeroportos de regiões turísticas, etc. Cada gasto do governo deveria ter uma avaliação em termos de seu retorno em arrecadação. Assim como a política de juros deveria ser avaliada dessa mesma forma.
Não matem as vacas de fome!
terça-feira, 7 de julho de 2015
Onde Lula e Dilma erraram na economia? Nos últimos 10 anos, o Brasil cresceu mais de um trilhão de dólares
O gráfico abaixo compara o Produto Nacional Bruto (PPP, ou por poder paritário de compra, que leva em consideração a valorização das diferentes moedas) do Brasil com alguns países da Europa, escolhidos por terem economia de tamanho parecido com a do Brasil. Veja bem o impacto da crise em 2009, mas veja também a vantagem do Brasil em relação a todos os países desta comparação. A economia do Brasil ultrapassou a da França em 2006, e seguiu crescendo muito mais até 2014. Brasil passou o Reino Unido em 2007, e seguiu ganhando distância, crescendo mais até 2014. Também ganhou distância em relação à Itália e Espanha.
Então, eu pergunto, onde Lula e Dilma erraram? Veja que foi no período Dilma, durante a crise, que o Brasil cresceu mais e se adiantou, aproximando-se da Alemanha.
Mas então você vai dizer: não se pode comparar o Brasil com países desenvolvidos!
Então vamos comparar com países em desenvolvimento. Veja que não é fácil encontrar nada parecido com o Brasil. Mas vamos ver estes países, escolhidos por serem vizinhos ou terem economia e população comparáveis às do Brasil. Apesar de o Brasil ser bem maior, nada de muito diferente aqui, a não ser pela Indonésia, que tem um crescimento linear muito forte, aparentemente sem variações, independente de crises internacionais. No período, México foi bem pior que o Brasil, talvez devido à sua dependência dos EUA, coração da crise. Venezuela vem estagnada desde 2008, período em que a economia brasileira cresceu mais de passou de pouco mais de 2,5 trilhões de dólares para cerca de 3,25 trilhões. Então, pergunto, onde Dilma errou no período?
Agora veja este gráfico, que mostra o crescimento do PIB, juntando países da Europa e da América Latina. Veja que o Brasil não foi nada mal. Pelo menos até o pessimismo semeado pela mídia pegar na cabeça dos empresários. Mesmo assim, foram variações dentro do normal de outros países.
É possível que Dilma esteja errando agora, implementando o programa de ajuste fiscal da mídia, que a mídia brasileira vendeu a todos que era certo. Dilma corre o risco de estar jogando fora o bebê com a água da banheira.
Então, eu pergunto, onde Lula e Dilma erraram? Veja que foi no período Dilma, durante a crise, que o Brasil cresceu mais e se adiantou, aproximando-se da Alemanha.
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| Fonte: http://data.worldbank.org/indicator/NY.GNP.MKTP.PP.CD/countries/BR-GB-DE-FR-IT-ES?display=graph |
Mas então você vai dizer: não se pode comparar o Brasil com países desenvolvidos!
Então vamos comparar com países em desenvolvimento. Veja que não é fácil encontrar nada parecido com o Brasil. Mas vamos ver estes países, escolhidos por serem vizinhos ou terem economia e população comparáveis às do Brasil. Apesar de o Brasil ser bem maior, nada de muito diferente aqui, a não ser pela Indonésia, que tem um crescimento linear muito forte, aparentemente sem variações, independente de crises internacionais. No período, México foi bem pior que o Brasil, talvez devido à sua dependência dos EUA, coração da crise. Venezuela vem estagnada desde 2008, período em que a economia brasileira cresceu mais de passou de pouco mais de 2,5 trilhões de dólares para cerca de 3,25 trilhões. Então, pergunto, onde Dilma errou no período?
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| Fonte: http://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.PP.CD/countries/BR-MX-ID-CL-CO-VE-AR?display=graph |
É possível que Dilma esteja errando agora, implementando o programa de ajuste fiscal da mídia, que a mídia brasileira vendeu a todos que era certo. Dilma corre o risco de estar jogando fora o bebê com a água da banheira.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Há 12 anos, a inflação era o dobro, e o desemprego era quatro vezes maior
2002 era ano eleitoral, a inflação terminou o ano em 12% e o desemprego variava entre 18 e 20%.
2014, também ano eleitoral, a inflação está perto de 6% e o desemprego em 5%
Ou seja, há 12 anos, a inflação era o dobro, e o desemprego era quatro vezes maior.
Fontes:
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
A desigualdade de renda nos Estados Unidos - Wealth Inequality in America
Este vídeo superinteressante mostra a absurda desigualdade de renda nos Estados Unidos. O uso dos gráficos ficou super didático! Imagine como seria representar a desigualdade no Brasil!
sexta-feira, 28 de junho de 2013
O dragão também acordou? A inflação está "de volta"? O poder da mídia sobre nossas percepções.
Você ouve todo dia que a inflação está fora de controle, certo? Que o governo é gastão e que por isso a inflação está voltando. Você também vê o PSDB e o DEM na TV e nos jornais se colocando como os reis do controle da inflação, certo? E a mídia confirmando isso tudo, né?
Viu o comentarista da Globo dizer que o governo nem poderia atender parte das reivindicações das manifestações pelo Brasil, pois isso implicaria em gastos e gastos geram inflação?
Claro que temos que reconhecer o papel do FHC no governo Itamar e em seu próprio no controle da inflação herdada dos anos anteriores. Mas é uma questão de justiça reconhecer que o PT vem sendo não só um bom guardião deste legado, mas que o tem aprimorado significativamente.
Viu o comentarista da Globo dizer que o governo nem poderia atender parte das reivindicações das manifestações pelo Brasil, pois isso implicaria em gastos e gastos geram inflação?
Será que não foi só o Brasil que acordou? Será que o dragão também? A inflação está de volta?
Até eu já estava acreditando... mas aí, pesquisei um pouquinho, e veja o que descobri: mesmo que a inflação fique mais alta, em torno dos 6%, será ainda menor que a média da época de FHC, quando chegou a 12%! Na era Lula, foi caindo, até 3% e depois ficar oscilando entre 4,3% e 5,9%. Veja o gráfico abaixo e diga, em qual período a inflação esteve controlada?
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| Fonte da ilustração: http://hcinvestimentos.com/2011/02/21/ipca-igpm-inflacao-historica/ Fonte dos dados: IBGE |
No período FHC, a inflação variava muito, mas geralmente estava bem acima de 5 ou 6%: 22% em 1995 (vamos dar um desconto, pois era o primeiro ano do Plano Real), mas quase 10% em 1996, 9% em 1999, 7,6% em 2001 e, pasmem!, 12,5% em 2002 (último ano do mandato, com juros nas alturas, lembra?).
Nos governos Lula e Dilma, a inflação foi caindo, com 9,3% no primeiro ano (dê um desconto aí, pois estava-se tentando controlar o dragão que acordou no governo anterior), baixando para 7,6%, 5,7%, 3,1%, e depois retomando um pouco, e variando desde então entre 4,3% e 6%. Agora, a inflação anda resistindo nos 6%. Onde está o descontrole? Ah, você vai ver: os especuladores perderam o controle da taxa de juros:
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| Fonte da ilustração: Blog Valores Reais |
O que se vê na figura acima? Que a inflação foi controlada na marra no governo FHC, com juros muito altos, e que a partir dos governos Lula e Dilma os juros foram caindo, e que são menos da metade dos juros praticados em bons anos de inflação no governo FHC. Então, não somente a inflação está controlada, mas os juros também!
Claro que temos que reconhecer o papel do FHC no governo Itamar e em seu próprio no controle da inflação herdada dos anos anteriores. Mas é uma questão de justiça reconhecer que o PT vem sendo não só um bom guardião deste legado, mas que o tem aprimorado significativamente.
Por exemplo, veja que FHC inventou o regime de metas da inflação em 1999, mas em 4 anos em que o regime vigorou em seu governo, só conseguiu ficar dentro da meta em dois anos. Já o PT, em 10 anos de governo, só esteve fora da meta no primeiro ano:
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| Fonte da ilustração: http://hcinvestimentos.com/2011/02/21/ipca-igpm-inflacao-historica/ Fonte dos dados: Banco Central |
Então, quem são os reis do controle da inflação? Quem sabe domar esse dragão no dia-a-dia (sem ter que queimar o reino com altas taxas de juros)?
É impressionante que a mídia fique repetindo mentiras com a esperança de que se tornarão verdade. Na verdade, é revoltante! Temos direito à informação imparcial, equilibrada. Esse direito é ameaçado quando grandes veículos entram em uníssono repetindo versões parciais e dando mais valor a versões que aos fatos., e induzindo os pequenos veículos a reproduzir as mesmas versões.
Também é impressionante que o governo não saiba explicar bem fatos tão simples, e fique vítima dessas versões tão facilmente desmontáveis! Sua comunicação precisa melhorar muito!
Também é impressionante que o governo não saiba explicar bem fatos tão simples, e fique vítima dessas versões tão facilmente desmontáveis! Sua comunicação precisa melhorar muito!
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